Quem és tu, afinal? Uma marioneta? Um ser instrumentalizado, funcionalmente inapto, desprovido de lógica, raciocínio ou locomoção? Quem és tu, senão um fantoche nas mãos dos seres mandantes? Quem és tu que não sente a revolta, a injustiça? ´Quem és tu, que nem entendes a força dos que lutam simplesmente porque não te queres envolver?
O tempo urge. GRITA! Insurge-te contra o que achas que está mal, insurge-te contra os que dominam e agem, não em prol do interesse geral, mas para fazer face a interesses meramente particulares. Podes não conseguir, mas a culpa da sociedade se manter adormecida, de se quedar neste irracional e estúpido conforto do "deixa andar" já não é tua. Tu tentaste! Podes não ter conseguido mudar nada, mas mudaste-te; ajudaste muitos outros, todos os que mudaram contigo. Tu podes consegui-lo. Basta ACREDITAR!
Que estes textos sejam a melhor autocrítica que fazemos de nós próprios e que com ela, não só mas especialmente, possamos aprender.
ResponderEliminarÀ semelhança da escritora, também eu muitas vezes escrevo por revolta, minha ou alheia.
Vou continuar a acompanhar! ;)